Araci's profileEXPEDIÇÃO - AVENTURA NÃO...PhotosBlogListsMore ![]() | Help |
EXPEDIÇÃO - AVENTURA NÃO TEM IDADEAgradeço a sua visita, comentários, mensagens e etc.
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June 24 MAKING OFFMaking off - tampa do óleo colocada de forma errada - esquecer os documentos em Florianópolis - nós(Berna e Araci)no orelhão em São Miguel do Oeste - a dica recebida para durar mais as unidades do cartão de telefone público - a internet a passo de tartaruga em São Miguel do Oeste - os documentos que chegaram na rodoviária de São Miguel do Oeste – ônibus no horário, hein? - a aduana da Argentina em Dionísio Cerqueira - A Araci reclamando que nunca precisou da declaração nos cinco anos que já viajou - A Berna cantarolando na aduana na divisa do Brasil com a Argentina e o argentino que pergunta de onde saiu a louca... - o rápido sumiço do Raul após a observação do argentino - a tentativa de ascensão aos céus ou de exorcismo da Araci – vai saber - trem das nuvens guichê com letras que significavam o vagão e a gente pensava que era em ordem alfabética - café em saquinho tipo os de chá no trem das nuvens o chafé... - alguém que quando perdia o senso de direção não dava o braço a torcer - o ajuste da pulseira do relógio novo do vô após algumas doses de whisky - o relógio que o vô perdeu, mas não perdeu estava preso na manga do casaco - a lua cheia no céu às 9h da manhã - alguém que após algumas doses de whisky foi passar creme nas mãos, colocou/caiu creme em excesso e ao ser orientada para colocar de volta no pote entrou em desespero, não sabia como fazer - o sapato verde de Salta - a procura da loja do sapato verde e da farmácia self service em Salta - o espelho no teto do quarto do vô - o aquecedor que parecia um refletor – iluminava e não aquecia - secar calcinhas com o secador - busca de informações através de um bêbado - a mesa errada ou de desconhecidos que o vô sentou no dia dos namorados - a bolsa preta do Raul, me... de vaca - os óculos que foi parar na caixa da comida - o perfume que alguém não conseguiu mais usar após o acidente e em casa conseguiu - o celular da Berna que nunca carregava - aquela que perdeu todos os dados armazenados no chip do celular - aquele que achava que o celular não funcionava, mas na verdade ninguém ligava para ele - o relógio que não despertou para o trem das nuvens - a falta de bancos na estação do trem das nuvens - alguém que foi mareada/punada para a enfermaria do trem das nuvens e lá ficou, não voltava mais - o espanhol de alguém, mas também, baño, desajuno, calle, ciudad, vacuno, cerdo, pollo, azapala, parilla, trocha, despensa, pileta e assim vai... - a sopa em Salta - o almoço no mercado público de Salta - a constante companhia/presença dos cachorros/animais - as comidas – sempre uma interrogação, pois nunca ou era difícil sabier do eram feitas - o pássaro que é guia no anfiteatro em Cafayate - a “pedrabumda” (a ralada da sambiqueira) de alguém nas pedras da garganta do diabo em Cafayate – a descoberta de e o papo com uma pernambucana em pleno anfiteatro em Cafayate - a louca de São Paulo, dona de um Salão de Beleza em Salta dando as dicas sobre os homens saltenhos – todos pepinosos, tipo sarna pra se cocar, chifre sem dó nem piedade... e cuidado com as mulheres que andam de botas são lésbicas e dele palavrão...mas que ela tinha um filho moreno bonito tinha, pena que duvidoso se era ou não - os fantasmas na parede após as luzes apagadas em um hotel/motel de beira de estrada - a máquina fotográfica perdida embaixo da cama - o cachorro guia na visita aos paredões em Cappilla Del Monte - o guia místico, solitário, “cantador” do Valle de La Luna - os bifes de chorizo do Raul - a costela pedida pelo Raul e dividida com a Berna e com a Araci que comeu a carne grudada nos ossos em Patquia - as duas loucas com suas risadas e mi... nas calças na hospedagem no motel - o adormecer e o dormir no motel com fundo musical contínuo - cardápio - o que tinha – almoço do terceiro dia na Província De Los Guanacos - novo jeito de fazer xixi para as mulheres em viagens quando distante de paradouros - a aquisição de gasolina clandestina, mas só uma vez e pouca - a expressão do Raul “molhei o saco” quando abriu uma garrafa de água mineral com gás - o hino da viagem, a sinfonia noturna rocccccccccccc, roooooooooooc, prrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr... de todos os protagonistas – O RONCO - a história da calcinha que se descosturou do elástico em pleno parque Talampaya - a carteira de vacina da febre amarela que nunca foi solicitada. Assim, alguém não aumentou sua coleção porque não tinha levado a carteira e não precisou vacinar-se novamente - a blusa chique importada dos EUA delicadamente chamada de camisa de pijama por alguém - a pergunta mais usada durante a viagem será que estamos no caminho certo? - a pergunta que ninguém fazia – Por favor, pode me informar por onde se vai a...– era só PERGUNTAR - a constante preocupação de alguém – Após está viagem terei que fazer análise - a constante presença do “branquinho” famoso corretivo de erros de texto exercido por alguém... mas, valeu June 22 DESCULPASAos que estavam acompanhando nosso blog e ficaram sem noticias por dias, pedimos desculpas pelo atraso. Na verdade só queríamos ter certeza de estar tudo bem e em casa para contar, isto para não preocupar ninguém. Hoje fizemos os exames no vô e temos certeza de que ele só fissurou o osso esterno com o cinto de segurança, vai doer por uns 40 dias, mas tudo passará.
Beijos a todos que nos acompanharam e nos deram força, teremos mais o ano que vem e esperamos a força de todos. DÉCIMO NONO DIA19/06/09 sexta-feira Às 8h, deixamos a pousada Apart Hotel Parque rumo ao aeroporto de Mendoza para voar até Buenos Aires. Voamos de Buenos Aires a São Paulo e de São Paulo para Florianópolis... Nossa maratona acabou às 0h. OPS CHEGAMOS e que bom. VIVOS. Assim sendo, a nossa viagem acabou quando atingimos os 4900 km. Isso não estava no script. Seriam10.000 km. E PERGUNTANDO – QUANDO SERÁ A PRÓXIMA? DÉCIMO OITAVO DIA18/06/09 quinta-feira Fomos para as montanhas ver NEVE e lá estava ela branca, abundante, linda... Tanto é que no dia anterior na divisa da Argentina com o Chile o Túnel Internacional no passo chamado os Libertadores ficou trancado pela tempestade de neve e continuava trancado que nem conseguimos seguir adiante, além da Puente Del Inca. Puente Del Inca se encontra a 2.700 metros de altitude, sobre a Cordilheira dos Andes e entre os cerros Banderita Norte e Banderita Sul, no Departamento Las Heras, distrito Las Cuevas. Distante uns 196 km da Cidade de Mendoza pela ruta 7, próxima ao passo do Chile, e da entrada principal do Parque Provincial Aconcagua A Puente del Inca é uma formação rochosa que forma uma ponte natural sobre o río Las Cuevas. A lenda conta que muito antes da chegada dos espanhóis um grande chefe inca tinha um filho infectado de paralisia. Tentou todos os tipos de cura sem resultado. Escutando que nas terras ao sul existia um lugar donde as águas curativas podiam terminar com sua desgraça, preparou um grupo com os melhores guerreiros e para lá se dirigiu. Quando lá chegou observou assombrado as famosas águas que saiam da terra, porém delas um correntoso rio o separava impedindo de chegar até elas. Seus guerreiros fizeram uma ponte humana abraçando-se uns aos outros e desse modo permitiu ao guerreiro chegar ao outro lado. O inca carregou nas suas costas seu filho chegando a essas águas de onde encontrou a ansiada cura. Quando olhou para trás seus guerreiros haviam se petrificado e constituíram o que conhecemos hoje como a famosa ponte do Inca. O local foi transformado em hotel de banhos termais convertido em um ponto turístico destacado. Atualmente considerado Área Natural protegida pela província.
DÉCIMO SETIMO DIA17/06/09 quarta-feira Visitamos as Bodegas (vinícolas) Septima, Cecchin Vinhos Orgânicos, Vini Terra e almoçamos na Cava de Cano, conhecemos a produção de vinhos degustamos e descobrimos alguma curiosidades como o pai nosso do vinho. Vino nuestro, que estás embotellado, santificado sea tu contenido venga a nosotros tu aroma; descórchese a voluntad en tascas y enotecas. Danos hoy nuestras copas de cada día; perdona nuestra dipsomanía como también nosotros perdonamos a los que no beben; no nos dejes caer en la abstinencia y libranos del teta break, Amén Tem outro, assim que conseguir colocamos. O almoço foi uma orgia... muiiiiiiiiiito bom, o local lindo, aconchegante. DÉCIMO SEXTO DIA16/06/09 terça-feira Mas enquanto uns trabalham outros passeiam. A Berna e o Raul no dia 16, terça-feira foram conhecer o centro de Mendoza que possui uma excelente arborização, com muitas árvores, regadas por canais pequenos que funcionam junto a muitas ruas, proporcionando a irrigação necessária. A cidade se concentra ao redor da Plaza Independencia. Existem muitos cybercafés e armazéns ao ar livre em Mendoza. Alguns lugares contam com tecnologia inalâmbrica (redes wifi ou sem fio). Em 2005 foi eleita a cidade mais digital da América Latina no VI Encontro Ibero-americano de Cidades Digitais, devido à quantidade de serviços por internet que se oferecem a seus cidadãos. É a capital e a maior cidade da província de Mendoza, na Argentina. Localiza-se no oeste do país, na borda dos Andes, e é um importante pólo de produção de vinho e azeite. Claro que tem muito mais para contar mas... DÉCIMO QUINTO DIA15-06-09 – Segunda-Feira – Niver de Sofia e Luisa Sobrinhas da Berna Hotel Regidor muito bom. Despertar às 6h45min. Banho, vestir, proteger a pele... café da manhã = desajuno. Nenhum movimento, ninguém e são 7h... Também verdade é feriado. Na Argentina é o dia da Bandeira. Mentira não são 7h e sim 6h a hora local toma-se uma hora a menos. Bem tomamos café e após rumamos para Mendoza, que são 260 km distante da cidade de San Luis, amanheceu nublado, temperatura de 10º. Parada gay na rodovia – os postes da iluminação pública estão coloridos ora pintados da cor verde, ora vermelho, azul e assim por diante. Agora 8h10min, 9º, Mendoza 180 km. São 8h 40min, pedágio, mas fechado, destivado, estamos entrando na província de Mendoza, - terra do sol e do bom vinho -controle de tráfego tudo OK, só questiona o nosso destino. Às 8h50min 7º, encontramos mais um nicho do Gaúcho Gil. Às 9h20min parada para café e outras cositas... Vento muito frio. Dia de preguiça, nuvens, vegetação seca, agora 12º, avista-se montanha sem neve a frente, estamos a mais ou menos 79 km de Mendoza, mas bem ao longe a nossa esquerda montanha com neve, estamos na ruta (rodovia) 7, gastando nosso olho observando e a expectativa para ver neve e frio é grande. Os protagonistas da aventura não têm idade estão cada um na sua: um lendo o diário, um dormindo, um observando a paisagem e um manejando a nave. Eis que a manejadora, engenheira de segurança, instrutora de direção defensiva que ensinava a todos do que não se deve fazer no trânsito, ela neste momento faz: Primeiro, mira a montanha com neve, que cada vez mais se aproxima de nós, literalmente “viaja na montanha”. Após “viajar na montanha” enxerga uma camioneta mais linda e maior daquela que ela está manejando, agora “viaja na camioneta” em seguida se perde, enxerga um motociclista, se assusta – a nave no piloto automático, 110 km/h, rodovia livre, reta, bem sinalizada e foi no km 1021, a 25 km da cidade de Mendoza, aproximadamente às 11h 40 min, freia carregando a camioneta para o acostamento com pedregulho e é claro CAPOTA uma, CAPOTA duas vezes para que todos os protagonistas presenciem a “cagada” e se “caguem” todos porque viram a morte bater nas suas portas. A camioneta caiu na posição normal com as rodas para baixo – SORTE. ESTÃO VIVOSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS, VOCÊS NASCERAM DE NOVOOOOOOOOOOOO, AGRADEÇAMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM.
Era essa a afirmação e admiração de todos que passavam e paravam. Indescritível a solidariedade do povo argentino dessa região, realmente comovente. Ofereceram ajuda, todo tipo de ajuda - chamaram por socorro, ofereceram chá e tomamos chá, - pelo menos a Berna e o Vô -comida, banho, etc. Assim foi durante às 5h aproximadas que ficamos na rodovia esperando por um guincho. Guinchada a nave rumamos para Mendoza ficamos hospedados na pousada APART HOTEL PARQUE até na sexta-feira dia 19-06. DÉCIMO QUARTO DIA14-06-09 – Domingo São 9h20min, estamos tentando achar a saída para Icho Cruz, distante 10 km, a cidade é um ponto estratégico para realizar passeios aos distintos vales da província de Córdoba, desfrutar do sol, do rio transparente e extasiar-se com suas noites a plena luz das estrelas. Tudo aqui conduz a um relax em meio a um micro clima ótimo para a saúde. Enquanto andamos contemplamos céu azul com algumas nuvens tipo rabo de galo, vento, desfiladeiro de plátanos dourados nas ruas e rodovias. Abastecemos e parece que encontramos a saída. Estamos na serra. Agora, 10h30min, vamos descansar um pouco no Parador Coppina no Parque Nacional Quebrada Del Condorito. O Parque foi criado em 1996, e se localiza a 85 km de Córdoba, no meio da Serra. A área total é de 150.000 ha, mas a área do parque é de 37.000 ha. O resto é uma reserva provincial. O parque constitui um importante criadeiro de condores, espécie ameaçada de extinção na América do Sul. – fizemos nossa descarga fisiológica, tomamos café, clicamos algumas fotos e vamos seguir nosso roteiro. Pera aí? O vô anuncia que perdeu o relógio novo, saímos a procura e nada. Isso ocorreu porque a pulseira era larga para o braço do vô e alguém cujo nome começa com a letra A, após um lanche/piquenique regado a whisky tentou ajustar a tal pulseira e é claro deu no que deu... Não ajustou nada. Os locais que passamos são: La Pampilla, La Posta, Mina Clavero, Vila Dolores entre outros... Continuamos a admirar penhascos e pedras coloridas com formas/desenhos concretizadas pela nossa imaginação que foram esculpidas pela erosão eólica e hídrica. Chegamos a Mina Clavero é uma cidade de cabanas, hotéis e spas... É o destino turístico mais emblemático do Valle de Traslasierras, a oeste da província de Córdoba. Colocada entre os cordões montanhosos de Achala e de Pocho a 920m de altitude conta com um clima favorecido pela quantidade de dias radiantes e noites frescas com baixo percentual de umidade. Para quem visita Mina Clavero pode realizar trekking, cavalgada, ecoturismo, mountain bike, passeios em quadriciclos, vôos panorâmicos em parapente, pesca embarcada no lago, visita a sítios arqueológicos e relax em balneários com águas limpas e cristalinas em plena cidade. A noite, pode-se ir a discotecas, pubs, cassino e bingo. A tranqüila e segura região apresenta uma zona de baixa contaminação ambiental por contar com uma área saturada de ozônio, graças à composição mineral da montanha. Podem ser visitados próximo à Mina Clavero as localidades de Villa Dolores e Merlo e realizar o conhecido circuito de Traslasierras que convida a prática de atividades de turismo de aventura em uma agreste paisagem que cativa a todos os sentidos. Agora, 19º, 14h25min, nublado, parece mais frio do que marca o termômetro, recém almoçamos no restaurante Il Nono – saboreamos trucha Il nono, ensalada mista, talharines à salsa 4 quesos, lasanha à salsa roquefort – crema e vino de La casa Don Bosco. O Raul experimentou fernet - NÃO APROVOU – veja nota (Fernet: trata-se de uma bebida criada na Itália, no final do século 19. Originalmente, era vendida como um digestivo para ser bebido após as refeições, ou então como remédio para ressaca. A lista de ingredientes é segredo da Fratelli Branca, empresa responsável pelo produto até hoje. Veredito: é intragável - o Fernet é bastante amargo, mas se espera tanto. E a variedade que leva menta, para piorar, tem cheiro de pasta de dente. Não há gelo ou coca-cola que dêm jeito : O nome Fernet Branca, vocês já devem ter percebido, vem do nome do fabricante da bebida, Fratelli Branca. Por isso, não estranhe se você pedir um e a bebida que vier à mesa for escura. É assim mesmo!) Sob a orientação muito simpática de um argentino Rumamos para Merlo – província de San Luis e após San Luis por autopista. O dia está abafado e nublado. Estamos na divisa da província de Córdoba e San Luis, são 15h15min, chegando em Villa de Merlo, uma localidade situada entre as serras de los Comechingones e entre os cerros El Tren e Divisadero. De uma beleza excepcional, para chegar a este centro turístico se pode optar pela via aérea onde está a cidade de San Luis e combinar com a via terrestre para realizar os 200 quilômetros restantes. Passamos por Villa Dolores, cidade mais importante do Vale. Funciona como centro de serviços da região com um raio de influência de 120 km que se estende entre as províncias de San Luis e La Rioja. Entre os meses de janeiro e março ocorrem os eventos mais importantes da cidade – a festa da batata e os corsos/desfiles Dolorenses e em fevereiro a festa folclórica da cidade leva alegria e calor às ruas. Em março ocorre o rally de Vila Dolores do qual participam renomados pilotos de todo o país. Às 16h35min, o sol reaparece muito lindo, céu azul anil, abastecemos em Naschel e às 17h40min chegamos a San Luis é a capital da Província do mesmo nome. Fica a uns 150 km ao leste de Mendoza, uns 280 km ao sudoeste de Córdoba e uns 800 km ao oeste de Buenos Aires. Fundada em 1.594 é uma das cidades mais antigas da Argentina e ainda preserva aquele toque do seu passado colonial. Hospedagem no Hotel Rigidor para seguir até Mendoza no dia seguinte. À noite fomos a um café onde saboreamos pizza. Cidade linda, muitas lojas de preços baixos, pelo pouco que vimos aqui, está frio.
June 14 COMENTÁRIOSEstamos adorando a viagem e as mensagens de incentivo recebidas, estamos bem e com Deus, Araci até comprou uma pulseira com 18 santos, diz a lenda do norte da Argentina que todos vão cair e o ultimo é o anjo protetor, essa pulseira já tem uma semana e ainda temos 17 santos nos protegendo, só um caiu não aguentou o tranco de nossas loucuras. Estamos tentando anotar tudo que acontece para não esquecermos e contarmos aqui, mas não é fácil, pois tem dias que é muitas coisas, muitos sentimentos e vivencias que dá um branco na cabeça, e nossos olhos ficam estonteados de tanta beleza, ou de tanta novidade, pois não estamos acostumados a ver tantas cores. Diz a Berna, que cantava: eu sou do sul, minha terra tem um céu azul..., troquei de céu, pois realmente o céu aqui é tão azul que doe nos olhos. June 13 DÉCIMO TERCEIRO DIA13-06-09 – Sábado – Dia de Santo Antonio... ele ligouuu Levantamos tarde, tomamos café. Passeamos e fomos às compras. Almoçamos cabrito assado, salada, nhoque e entrecorte regado a vinho. À tarde organizamos as roupas que mandamos lavar, arrumamos a mala e fomos ao mercado. Também há pouco fizemos um lanche regado a queijos tipo – brie, cremoso, pategras, pão, jamon crudo (copa) e matambre de pollo (frango), mas pasmem regado a whisky. Carlos Paz é um cidade-aldeia situada para o sul do Vale de Punilla, marginado de montanhas, circundada por um rio e um lago largo. Carlos Paz também é o lugar das boates mais importante de nível internacional. No comércio que abraça todos os campos, a pessoa pode desfrutar uma atenção amável e um preço acessível. Este ritmo vital inteiro, a felicidade contagiosa, as paisagens de beleza inegável... Tudo é unido para fazer de Carlos Paz um lugar diferente.
DÉCIMO SEGUNDO DIA12-06-09, Sexta-feira Levantamos cedo, pois os atrativos encontrados em outras estalagens eram melhores (TV, espelhos, desajuno = café da manhã, eee) tomamos café em um posto de serviços, para nós conveniência – 8 h 15min, 6º, o céu continuará azul, o sol aparecendo cada vez mais intenso, estamos deixando Chamical e vamos para Cruz Del Eje por caminhos alternativos, vamos passar por San Marcos Dela Sierra – a vegetação é semelhante a nossa. Posto Policial $ 4,00 foi a propina, pois o policial a solicitada de forma direta. Paramos para adquirir aceite de oliva de agroindústria familiar, degustamos azeite e azeitona Deliciiiiiiiiiiia. 9º 10 h, estamos em Paso Vejo - Serras de Córdoba, polícia, muita plantação de oliveiras – parada para descarga fisiológica e um café. Aviso diz VADO na rodovia, calma é isso mesmo BADENES lembra? Lomadas = lombadas, área de camping, dique de pesca, após 4 km de estrada de chão, asfalto, 11h50min, 15º. O motorista na maioria das vezes é o Raul. Hoje ele passou uma curva e voltou perguntamos o que foi? Ele diz parece uma bolsa preta no chão... qua, qua, qua era mer... de vaca. Chegamos a Cruz Del Eje, hora de almoçar, procura de restaurante, opa, um, é aqui. Araci diz, vamos comprar frutas? Ah... Depois do almoço alguém responde. Adivinha, esquecemos da siesta – fecha às 13 h e reabre às 17 h. Escolhemos a comida no restaurante, fomos às necessidades a Araci, doente por internet já colocou o computador, a Berna foi dar uma volta e o Raul na mesa aguardando. O Vô retorna do banheiro e senta em uma mesa com um casal desconhecido, ninguém viu, a dona do restaurante foi quem avisou a Araci, o casal acabou não entendendo nada, ou um dos dois pensou surpresa do dia dos namorados... Alguém irá apresentar o sogro? ... Tem mais prendas, mas não vamos contar agora... O cardápio prato da casa – carne assada com molho, arroz com queijo na localidade de Cappilla Del Monte, Restaurante de Tagliani Mariano Miguel. São 13 h 50min, estamos rumo aos paredões distante 7km, 15º, $8,00, vamos a pé, literalmente nosso guia foi um cachorro. Vamos agora para Los Cocos, 8 km daqui, 14h45min chegamos, aqui lembra Nova Petrópolis RS. La Cumbre, La Falda, Valle Hermozo e mais algumas cidades até chegar à cidade Villa Carlos Paz. Resolvemos ficar em Carlos Paz e não em Córdoba para ficarmos em uma cidade menor. Buscamos hotel, nos alojamos para ficar até no domingo pela manhã onde sairemos rumo à Mendoza. Jantamos parrilla e bife de chorizo. Dormimos para levantar mais tarde no sábado.
DÉCIMO PRIMEIRO DIA11-06-09 Quinta-feira Pagancillo, 2º, café da manhã na pousada Talampaya – Los Olmo regado à lareira. Abastecemos e rumamos para o Valle de La Luna mais ou menos 100 km distante, névoa no horizonte, a rodovia está no parque de Talampaya, montes e montanhas nos cercam na cor verde musgo e avermelhado. São 10h50min, 20 km para o Valle de La Luna. Saímos da província de Rioja e entramos na província de San Juan. Chegamos ao parque Natural de Ischigualasto Parque Triasico, localizado na província de San Juan patrimônio da Humanidade declarado pela UNESCO certificando assim suas qualidades únicas no mundo. Fomos às informações. O passeio iniciará às 13h30min, pois a presença do sol é importante para valorizar o colorido do que iremos ver. Faremos o circuito turístico veicular de 40 km, guiado, com 3 h de duração. Iniciaremos no Museu de exploração geológica onde nos mostram a reconstituição do que os investigadores descobriram em campo os fósseis de dinossauros, da era triasica que não são do tamanho monstruoso que se vê nos filmes. Os dinossauros medem de 1 a 4 m. No parque apreciamos El Gusano, Valle Pintado (Valle de La Luna – assim denominado devido ao Vale Pintado ser parecido com as fotos tiradas na lua, se realiza o circuitos quando a Lua está Cheia), Cancha de Bochas, Submarino, Hongo e Barrancas Coloradas. Recebemos do guia uma verdadeira aula de história, geologia e misticismo – ele é escritor. Ao retornar, realizamos descarga fisiológica, lanchamos na estação e rumamos para Patquia, 14º, rota 150 e na província La Rioja. Não encontramos lugar para dormir só tem uma estalagem e não muito boa. Rodamos mais 70 km para Chamical, dormimos em um motel/hotel. Ah? Se você gosta de parque prepare o bolso. Tire o tempo, decida e vá - só no Talampaya são necessários três dias e pagando.
June 12 DÉCIMO DIA10-06-09 – Quarta-feira 9º, 9h45min, recém apontou o sol, saindo para conhecer o Parque de Talampaya – nome de origem quechua, que significa “árvore do rio seco”. O clima de hoje é semelhante aos dias anteriores, vacas na pista e zona de incêndio florestal é o aviso quem diz. Imensas plantações de oliveira cor verde musgo. Chegamos em um posto de controle de veículos, somos questionados de onde estamos vindo, para onde vamos e os dados são anotados, porém nossa saída só é realizada após o pagamento de uma pequena propina 20 pesos. Estávamos somente com a sinaleira acesa e precisa ser os faróis acesos Isso é importante. Nicho em homenagem à defunta Corrêa. Estamos à 16km de Patquia, 9h35min, névoa no horizonte, faltam 145 km para Talampaya , as montanha estão com cor verde musgo opaco e em frente cor avermelhada. O aviso diz rota com água permanente – negativo, é extremamente seca, devido a seca na região. Aqui, a região tem semelhança com a caatinga do ceará, comenta o Raul. Parada para descarga fisiológica. Hora do lanche, maçã, bergamota muito gostosas e doces . São 10h30min, altitude 1300 metros, 12º, chegamos no portal do Parque...cliques, muitos cliques (fotos). Dados Técnicos do Parque – Criação: Parque Provincial (do estado) em 1975, Parque Nacional, 1997 e Patrimônio da Humanidade em 2000. Localização: Centro-oeste da Província de La Rioja – Argentina. Extensão: 215.000 ha Objetivos de Proteção: mostrar o ambiente de montes, acontecimentos arqueológicos e palenteológicos em um marco de imponente beleza cênica. Clima: árido Temperatura: Fria. Chuvas na primavera e verão.100 mm anual. Relevo: serras baixas. Ocorrência de notáveis processos erosivos que formam cânions retos e altos paredões. Rota de acesso: rota nacional nº 76 Localidades próximas: Pagancillo, 30 km, Villa Union, 60km e Patquia, 150km. O Parque de Talampaya é um obséquio da natureza e das gerações passadas que transcendem a nossa existência. Sua beleza e tamanho nos fazem sentir pequenos diante de sua majestuosidade, foi eleito como lugar sagrado pelos antigos e nos revela os segredos da vida em uma terra de milhões de anos e exibe ante nossos olhos no presente paisagens imponentes. O conjunto é de uma importância tal que a conclusão lógica foi de garantir a sua conservação como patrimônio mundial. Os antepassados que ali habitaram cerca de 1000 anos ali enterraram seus mortos deixando gravado nas paredes sinais de sua cultura. As primeiras descrições da arte rupestre são encontradas entre a década de 60 e 70 através de estudos. As investigações desejam criar uma área protegida, então nasce o Parque Provincial para resguardar seu rico conhecimento paleontológico, as manifestações de culturas originárias e seus impactantes cenários naturais. Os sedimentos acumulados durante milhões de anos apareceram e elevaram-se junto com a Cordilheira dos Andes. Suas diferentes cores e texturas são provas da variedade de materiais que ali se conformam. Os grãos de areia arrastados pelo vento (erosão eólica) e a água (erosão hídrica) dão continuidade e mudam a paisagem moldando as rochas e as suas formas que a nossa cultura identifica com imagens por nós conhecidas. Essas imagens/obras foram batizadas com nomes como: O Monge, A Catedral, A Torre, e outros. Convivem harmonicamente com rica fauna - condor,lebre, guanaco, ema, tatu... e fauna - crucita, alfafilla, retamo, tulisquin todos enfileirados no jardim botânico local, ainda, seus exuberantes cânions e paredões de até 153 m de altura, etc. A duração do passeio é de 4h aproximadamente e nesse ínterim a sua imaginação cria imagens exuberantes de santos, pássaros, guerreiros monstros, bruxas, chalés, árvores, etc. É indescritível e depende da percepção de cada um. VALE CONHECER. Após o passeio rumamos para nossa alimentação e descanso – Passear também cansa – nossa hospedagem na cidade de Pagancillo, pousada Talampaya, Los Olmo. A Almoço/Janta foi no Restaurante Del Diego onde gastamos muito 180 pesos. Agora é descansar para mais belezas no dia de amanhã.
June 09 NONO DIA09-06-09 Terça-feira O dia começa bem, tomamos café e saímos aproximadamente às 8h, 5º, ainda não clareou bem o dia, mas pela amostra será lindo. Tomamos caminho para o roteiro do dia, o caminho nos brinda lindos parerais cor de ouro, as montanhas da Cordilheira dos Andes e a lua linda, maravilhosa. Passamos pela Bodega (vinícola) Etchart, às 8h20min e ainda não amanheceu completamente. Chegamos a Tolombom onde pela primeira vez a polícia solicita os documentos do carro... tudo Ok. Paramos para clicar o horizonte com a lua, a temperatura está 1º, 8h25min, deixamos a província de Salta e entramos na província de Tucuman, o sol brilha, céu azul, a lua continua nos acompanhando. Estamos em Collalao Del Valle, ladeados pela Cordilheira dos Andes e a pré Cordilheira dos Andes à esquerda. Os allamos também nos acompanham, zona de badenes, 8h45min, 0º, mesmo com sol. Avistamos graxains na rodovia. Agora, estamos em Quilmes, rumo às ruínas de Quilmes... entrada 10 pesos cada um... estas ruínas, abrigavam o povo indígena que morava nesta região nos anos 700 até 1600 e poucos, quando por resistirem muito a conquista espanhola, foram levados a pé até Buenos Aires, nesta época sobreviviam cerca de duas mil pessoas, chegando vivos muitos poucos, logo depois a civilização foi dizimada. Às 9h45min, iniciamos nosso passeio para Amaichá Del Valle, Tafi Del Valle, ao longe avistamos montanha da Cordilheira dos Andes com camada de neve. Almoçamos em Monteros – Lampreado com ensalada – espécie bife empanado muito fino e gorduroso...matou a fome. Ás 15h 15min, entramos na província de Catamarca e fizemos uma parada para descarga fisiológica “matal” (de mato). ás 17h, mais uma parada fisiológica... temos a sensação de estarmos perdidos pela falta de sinalização...plantações enormes de oliveiras, passamos por Chumbicha faltam 80 km para chegar em La Rioja... oba não estamos perdidos, apareceu uma placa. O que vimos hoje é muito parecido com as serras gaúcha e catarinense, curvas, riachos, vales, pedras... e verde muito verde e animais como cabras, cavalos, lhamas, etc. A programação era de pousar em San Fernando Del Valle de Catamarca, mas como a estrada estava boa, embora com mais de 1500 curvas resolvemos continuar a viagem até La Rioja, onde conseguimos um apart hotel chamado Huayara, às 18h.
OITAVO DIA08-06-08 – Segunda-feira Céu azul desde cedo. Sol chegando. Dormimos muiiiiiiiiiiiiiiiiiiito bem. Tomamos café e saímos em busca das belezas que a região da Província de Salta oferece. Às 10h10min, abastecemos. O Raul afirma, eu vou, eu sei por onde se vai até as cascatas do rio colorado... adivinha andamos 10km e às 10h37min retornamos para tomar o caminho certo – mas no final dá tudo certo.... pegamos o caminho correto e chegando no acesso às cascatas o guia nos informa que são 2h40min de caminhada para conhecer quatro cascatas– não fomos conhecer ficando no leito do rio. Mas antes disso o Raul abre uma água mineral e afirma “molhei o saco” com o estouro da garrafa de água sobre ele. Retornamos para a quebrada mágica ou Rio das conchas, mas a névoa impedia que os raios solares iluminassem o local. Paramos para contemplar mesmo assim, colhemos pedrinhas, seguimos sem eira nem beira e assim clicar/filmar as belezas naturais, sem a influência da mão humana. Então, pode-se afirmar que é “COISA DE DEUS” o que se vê. Estamos a uma altitude de 1641 metros denominamos o local de DESFILADEIRO DE CAFAYATE que na realidade se chama La Punilla onde estamos às 11,45min. Rumamos a El Castillos na rodovia km 19, avistando também Lãs Ventanas. Chegamos a Cafayate às 13h20min, a rodovia possuia badenes (baixadas) cruzamos a ponte sobre o Rio Santa Maria , El Allamo. Almoçamos no restaurante da praça comidas típicas como Humita, costela de cabrito, chorizo e tomamos vinho. O Vô foi para casa dormir, o Raul também dormiu e a Berna e Araci foram procurar lavanderia e farmácia. Fomos em um cyber para acessar a internet. Jantamos omelete dormimos em berço esplendido e às 8h, deixamos Cafayete e a casa dos amigos saltenhos. Para eles deixamos nosso carinho e um super OBRIGADO. SÉTIMO DIA07-06-09 – Domingo Oi, estamos vivos. Dormimos bem. Estamos deixando Salta. São 9h20min e chegamos a El Carril às 10h 20min, andamos 82 km. Para variar domingo de céu azul, sol, 9º, muito verde, rodovia com curvas, muito policiamento, encontramos novamente o nicho em homenagem ao gaúcho Gil. Pegamos a rota 33, caminho de chão e contornamos a Cordilheira dos Andes a 3348 metros de altitude. Passamos por Quebrada de Escoipe, Questa Del Bispo, Valle Encantado e Piedra Del Molino. O Valle Encantado possui paisagem extraordinária que une formas e cores naturais e surpreendentes contrastes, onde a erosão eólica (vento) e a chuva esculpiram e continuam esculpindo sugestivas belezas. O trajeto lembra a serra do rio do rastro, porém com suas peculiaridades especiais. Retornamos com a impressão de que “vamos gastar a visão” como diz a Berna de tanta beleza e exuberância que estamos vendo. Retornamos até El Carril onde o Raul saboreou parte de uma bela costela já que a Araci roeu a carne dos ossos e a Berna comeu algumas partes... ah? Sem falar nos cachorros famintos que nos rodeavam. O Vô “punou” e só comeu laranjas. Após seguimos para Cafayete onde entramos na rota do vinho de altas atitudes. No caminho todos tiveram “orgasmo” pela beleza vista na quebrada do rio das conchas como: a garganta Del Diablo, El Anfiteatro, El Sapo, El Obelisco, Los Castillos e outras figuras que dependem da nossa imaginação e das distintas horas em que os raios solares iluminam as montanhas da mágica quebrada. Chegamos em Cafayete à noite, na casa gentilmente oferecida pelos amigos saltenhos – Claudia, Pepe, Gaspar e Josephina, nos acomodamos. Jantamos pão e café. MUITO OBRIGADO AMIGOS... SEXTO DIA06-06-09 – Sábado Acordamos atrasados para o passeio do trem das nuvens. O relógio não despertou. Quem nos acordou foi o Vô. Chegamos em tempo na estação, às 6h. Não tinha ninguém. Aos poucos gente chegando, às 6h30min iniciou-se o check-in para partirmos às 7h. A Estação ferroviária, não oferece bancos para sentar, não tinha lancheria para um café, toalettes, etc. Aviso: não cheguem uma hora antes como é recomendam os organizadores. A velocidade do trem é de 34 km/hora, ascende 4200 metros de altura e percorre 434 km entre ida e volta atravessando vertiginosas montanhas da Cordilheira dos Andes onde se encontram espetaculares paisagens entre viadutos, túneis e outras sinuosidades. O serviço de bordo é excelente, além de conter serviço médico e de enfermagem. Em todo o trajeto o trem é acompanhado por ambulância e camionetes dando maior segurança aos seus passageiros. Atualmente o trem só realiza os passeios aos sábados. A passagem custa 120 dólares para os turistas e para os habitantes locais 60 dólares. O custo considerado elevado para o que oferece – o café da manhã “Chafé” não era instantâneo, mas em saco tipo de chá e não deu muito certo fica fraco demais e gelado. O lanche das 18h, fraco – 1 sanduíche e 1 coca-cola. Após 16h de passeio, duas paradas para movimentação, espichar as pernas, retorna-se cansados e esperando mais, querendo muito dormir e descansar. Ainda, na chegada os passageiros devem sair a procura de táxi, pois não tem ponto de táxi na estação. O guri de 88 anos foi muito bem obrigada. Os outros punaram (punar é passar mal quando se está em altitudes elevadas, sente-se dor de cabeça, náuseas, etc) uns menos outros mais. O Raul não foi parar na enfermaria, a Berna foi e voltou. A Araci foi e não voltou... Sem dizer que a Berna passou por esposa do Raul e a Araci do Vô. O passeio é lindo, mas muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiito cansativo. Saímos às 7h e retornamos às 23h.
QUINTO DIA05 06 09 – sexta-feira Descansados, tranqüilos, tomamos o café da manhã e retornamos para visitar e conhecer os demais pontos turísticos de Salta – primeiro fomos à lavanderia. Após conhecemos a Catedral em frente a praça 9 de Julho, a padroeira Virgem dos Milagres que conta a história os diversos milagres em deter os terremotos que assolaram a cidade em 1693 – grande,estilo gótico, beleza ímpar, indescritível, altar, santos muitos santos... lindo muito lindo. Na Catedral encontram-se restos mortais de heróis saltenhos. Bem, é considerada um dos mais belos templos da Argentina. Igreja e Convento de São Francisco, mais destacado expoente do patrimônio arquitetônico e histórico da cidade de Salta. Foi edificado em 1625 e reformado em 1882 quando inaugurou as duas torres do campanário com 53 metros de altura. O bronze dos canhões utilizado no combate foi fundido e usado para fazer o sino da pátria. Foi na igreja de São Francisco que o general Manuel Belgrano assistiu a missa pelos mortos na Batalha de Salta. O Vaticano concedeu o título de Basílica Menor em 1997. O templo conserva valiosas obras artísticas, pequeno museu e a biblioteca do convento. Ficamos sentados na praça, passeamos e almoçamos no Mercado Municipal comidas típicas – humitas, locro, tamal e pizza. Neste local encontramos variedades em geral – roupas, artesanato, verduras, frutas, carnes, condimentos, animais é inclusive animais – gatos, cachorros - o povo típico como peruanos e bolivianos. Neste local que se conhece os hábitos e costumes do povo da cidade. Bem, a Araci levou o Vô para casa de táxi e a Berna e Raul voltaram caminhando e assim conhecer mais coisas curiosas da cidade. O Vô dormiu. O Raul foi para a internet. A Araci e a Berna foram “borboletear” pela cidade – as lojas fechadas nem nos damos conta da siesta – enfim, não encontramos mais a loja daquele sapato verde lindo, a farmácia... Voltamos para casa e nos arrumamos para jantar na casa da Claudia, do Pepe, do Gaspar e da Josephina amigos do Vô e da Araci. Fomos recepcionados com distinção, carinho e brindados com vinho Cabernet e Suvignon Blanck e empanadas de carne e queijo, fritas e assadas e doces típicos de sobremesa. Desfrutamos de uma delicosa companhia e boa conversa. E a surpresa final foi dois dias de casa para ficarmos em Cafayete. Para a família, amigos saltenhos, nossos carinhosos agradecimentos e ainda, queremos dizer que a casa é muito linda. June 08 CalmaEstamos em Cafayate, hospedados em casa de amigos que nao tem internet, pois é casa de veraneio, assim que voltarmos para a estrada e pararmos em hoteis coloco fotos e nosso diário - Beijooooooooooossssss a todos June 05 GAUCHO GILDevido a perguntas ai vai o que é Gaucho Gil aqui nestas bandas: O gaúcho Gil, ou gaúchito Gil. No século XIX, quando decorria a guerra civil na Argentina (hoje a Argentina é uma república federal presidencialista - a presidente [Cristina Kirchner, eleita em 2007, e mulher do anterior presidente: Néstor Kirchner] é ao mesmo tempo a chefe de estado e a chefe de governo) no século XIX, um dos soldados – Antonio Gil – desertou. QUARTO DIA04-06-09 Após uma noite bem dormida e um café da manhã a moda argentina, deixamos o hotel mui bueno e a cidade de Lãs Lajitas rumo a Salta às 9h40min, 6º, sol, céu azul, com o mínimo de nuvens tipo rabo de galo. Ficaremos em Salta – Capital da Província de Salta – Argentina até no domingo. Estamos no quarto dia de viagem e só pra variar “será que estamos no caminho certo? É a pergunta da saída quando já foi andado alguns quilômetros, mas no final sempre dá tudo certo. Hoje vamos percorrer aproximadamente 200 km. No caminho continua o aviso de animais na pista, muitas flores amarelas e ao longe avistamos a Cordilheira dos Andes...chegamos em Salta às 12h, fomos na busca de hotel e encontramos um apart muito bom, com internet e com a possibilidade de prepararmos uma comidinha à moda brasileira. Logo que nos acomodamos saímos para almoçar, 14h, fomos num restaurante típico, La Chueca, com decoração temática, onde saboreamos as comidas Saltenhas tipo: tamal maiz com carne, humita maiz com queso, chorizo, e pasta. Ficamos super satisfeitos. A tarde, fomos passear no centro de Salta – praça 9 de julho, catedral, igreja, todas as edificações com muitos detalhes, pois Salta é uma cidade antiga e preservada. Fomos ao mercado, compramos vinhos e outros itens para fazer uma casuela (sopa) estava muito bom, retornamos 18h. Vale lembrar que estamos na região da ciesta – ou seja das 12h às 16h nada funciona com excessão dos restaurantes, mas em compensação o comércio fica funcionando até às 21h. Após preparada e saboreada a casuela fomos passear novamente no centro e retornamos às 23h mais ou menos, uma tranqüilidade e muito, muito povo nas ruas e calçadões ... a cidade a noite é mui linda... bem amanhã vamos acordar às 8h para curtir mais as maravilhas e delícias de Salta.
Hotel Salta Marilian apart
TERCEIRO DIA03-06-09 Estamos na cidade de Resistência – Capital da Província de Chaco – Argentina, após uma descansada no motel por falta de hotel e os que encontrávamos o preço era elevado. Dormimos com música de fundo, um cobertor de lã fininho, e uma estufa que mais parecia um refletor do que estufa, pois iluminava e não aquecia. TV, só um canal e com filmes eróticos. Dormimos em cama de casal eu e a Araci. No quarto do Raul, o aquecedor funcionava, mas a TV não, diz ele que dormiu bem. O vô foi o mais privilegiado. Mas tudo bem valeu. Agora, 9h, 6º, sol, céu azul, lindo, lindo... (parece temperatura de 20º) de gostoso que está o clima. Nosso café da manhã: torrada com café preto, tinha leite em pó. Partimos rumo a cidade Lãs Lajitas – Província de Salta - Argentina. Abastecemos. No caminho, paramos para fotografar o “nicho” (capitel) em homenagem ao Gaúcho Gil. Em seguida paramos para almoçar, o cardápio foi o que tinha... era único - bife com molho de cebola, tomate e batatas... o vô disse que o vacuno (bife bovino) era nascido em 2000, mas matou a fome. Neste local, Pampa Del Gnanacos, a indicação do banheiro das damas tinha algo a ver conosco, pois a cabeça da dama era um adesivo do Floripa moto (foto). Agora 13h45min, 22º, sol e o céu continua azul. A rodovia possui constantes avisos de animais na pista – cabras e gado – vacuno... continuamos perseguindo nosso roteiro rumo a Las Lajitas. Chegamos na cidade de Las Lajistas, às 16h40min, encontramos um hotel muito legal. A Berna tomou banho e foi dar uma volta no pátio do hotel, o Raul foi para o computador, o Vô foi descansar e a Araci tomou banho e após foi para a internet, mas sem muito sucesso. Ah, tomamos um whisky. O jantar foi para compensar os outros dias, comemos bife de chorizo – o bife de carne de gado deles aqui que para quem não conhece o bife é do diâmetro do prato e espessura de cinco centímetros... fala sério... é carne pra ninguém botar defeito e é boa – com uma excelente salada, regado a vinho um copo de espumante cada um que o restaurante ofereceu..., mas só pra variar como dizia a nossa chefa que falta de poesia – aqui ela está assim – alguém elogiou a blusa da Araci perguntado se estava de pijama. Estamos nos sentindo como reis e rainhas... BEM, ainda mais que vamos dormir em berço esplendido devido ao conforto que o hotel oferece e o cansaço.
Hotel las Lajitas noite dia 3
June 03 SEGUNDO DIA02 06 09 Check out no hotel solaris, após um ótimo descanso e excelente café da manhã, aproximadamente às 7h30min, frio, 5º, rumo a rodoviária para apanhar os documentos que a organizadora esqueceu... e o lindinho do Jony remeteu via Reunidas às 19h de ontem de Florianópolis. Na rodoviária de São Miguel do Oeste, expectativa... Graças!!! O ônibus foi pontual, e chegou com os documentos e em seguida partimos rumo à Dionísio Cerqueira rumo à aduana devidamente documentados. Ah! só prá completar, de papo ainda no hotel, logo após o jantar, o maior viajador relata que não trouxe a carteira de vacina internacional e pior tinha duas... bem..., concluímos que ele faz coleção de carteiras de vacina e caso fosse necessário faria outra vacina em Dionísio. Na aduana um argentino que resolveu complicar com a Araci, solicita a declaração dos eletrônicos que estávamos portando, outro dizia não ser necessário... bem a lenga foi longe e a Araci dizia nunca fiz e faz tempo que viajo todo o ano eee... mas precisou a tal declaração. Só que na hora de fazer o responsável não aparecia... O Raul foi dar uma volta na cidade, Araci e Berna até tomaram chimarrão e o Vô ficou no carro, deu tempo de efetuar ligação telefônica ..., enfim saiu a declaração. Nos apresentamos na aduana argentina... alguém cantarolando... eis que o funcionário pergunta pra Araci onde mora aquela tica? És meio tantan? Só foi uma gargalhada e o Raul sumiu...não sei porque? Finalmente partimos chegando só pra completar ninguém abasteceu a nave e chegar até em Eldorado com gotas de combustível...compramos cinco litros no caminho pra chegar...clandestinamente. Genteeeeeeeee... o dia lindo, o frio seco, sol, céu azul lindo, muito lindo. Chegou a hora de registrar o entardecer aí a coisa foi de morrer não se sabe se foi tentativa de exorcismo ou tentativa de ascensão aos céus que a Araci realizou...pena que vocês só irão entender vendo a foto e se entenderem. No Jantar tinha de tudo, o restaurante avançava na calçada tomando o espaço dos pedestres tinha cachorro, gato, bem deixa pra lá... menos clientes, mas pudera o atendimento iniciava às 21h. A comida estava, é estava boa. Para finalizar o dia com chave de ouro chegamos na cidade de Resistência, mas bem ao anoitecer e anda pra cá, anda pra lá e nada de conseguir hotel ao nosso padrão. Adivinha onde fomos parar? É. É nesse lugar que você está pensando mesmo... mas, ficamos enciumados só a suíte do Vô tinha espelho no teto. Agora é descansar para poder contar mais sobre nossa aventura.
June 01 CONTINUANDO O PRIMEIRO DIAÉramos para estar na Argentina, mas... a Araci conseguiu a proeza de deixar todos os documentos em casa, Floripa..... Já em Curitibanos se deu contar da falta da bolsa dos marditos documentos. Para não chorar, se ri e se pousa em São Miguel do Oeste para esperar os documentos que virão de ônibus. A estrada estava razoável, mas... O clima nos pegou 4, 5 e 6 graus, um pouco frio para nos acostumar. A internet do hotel é péssima e não consigo colocar fotos, elas virão para aqui quando estivermos com uma internet melhor Abaixo o link para ver o mapa de onde estamos na noite de 01/06 Hotel solaris av getulio vargas 727 sao miguel oeste 49 36221068 Ah ! ia esquecendo, estamos todos bem e vivos.
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